Instituto Ling receberá sessão especial de abertura do XVIII Fantaspoa e programações exclusivas do festival

Pela primeira vez, o Instituto Ling receberá parte da programação do Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre, evento pioneiro do gênero no país, que chega neste ano a sua 18ª edição. De 14 a 30 de abril, o centro cultural acolherá mais de 20 atividades do XVIII Fantaspoa, incluindo sessões musicadasexibições comentadas por especialistasmostra de filmes de animação, além de atividades gratuitas, como palestras sobre cinema e uma oficina sobre a realização de longas-metragens.

O principal destaque são as sessões com trilha sonora ao vivo, que serão realizadas com exclusividade no Instituto Ling. A primeira será no dia 14, na sessão especial de abertura do evento, que contará com exibição do filme Nosferatu (1922), do diretor Friedrich Wilhelm Murnau, e participação do músico porto-alegrense Carlos Ferreira. O longa-metragem, considerado a obra-prima do expressionismo alemão, é uma adaptação cinematográfica do romance Drácula (1897), de Bram Stoker, e conta a história do conde Graf Orlock, vampiro que espalha terror na cidade de Bremen.

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Jão e Zaka são convidados especiais nos shows de Maroon 5

A passagem Maroon 5 pelo Brasil contará com dois convidados especiais. Na apresentação da banda em São Paulo, que acontece no dia 05 de abril, no Allianz Parque, o cantor Jão, considerado um dos nomes mais importantes da nova cena pop brasileira, fará o show de abertura e promete deixar o clima ainda mais especial. 

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As apresentações acontecem no dia 05/04 no Allianz Parque (SP) e dia 06/04 na área externa do Centro de Eventos FIERGS (POA)

 Últimos ingressos disponíveis em www.eventim.com.br

Nascido em Américo Brasiliense, interior de São Paulo, Jão vem conquistando seu espaço com seu estilo incomum e suas composições ácidas. Depois de LOBOS e ANTI-HERÓI, o artista lançou recentemente seu terceiro disco, PIRATA – tornando-se a nona maior estreia de todos os tempos no Spotify Brasil, somando quase 4 milhões de plays no primeiro dia. 

Em Porto Alegre, no Centro de Eventos FIERGS, será a banda ZAKA a responsável por abrir o palco para o Maroon 5 no dia 06 de abril. O grupo gaúcho é liderado pelo vocalista Zaka Kappel, conhecido como um ícone do surf music. O cantor foi protagonista do documentário “Criado Nas Ondas”, do canal OFF, com o músico Donavon Frankenreiter.  Em 2019 deixou a carreira solo e se juntou aos amigos Lucas Varisco, Bernardo Waschburger, Gustavo Vargas e Nando Pellegrini para formar a banda Zaka. O grupo tem como conceito ampliar sonoridades, pensamentos, atitudes e mostrar uma identidade única.

Os últimos ingressos, que podem ser adquiridos em até 5x sem juros para os portadores do cartão Elo e 3x sem juros para os demais cartões de crédito, estão disponíveis online (www.eventim.com.br) e nas bilheterias oficiais (sem taxa de conveniência | no Allianz Parque, em São Paulo; e na Arena do Grêmio, em Porto Alegre). A turnê no Brasil é apresentada pela EloBudweiser é a cerveja oficial, com realização da Live Nation Brasil. Em São Paulo, o Hospital Sancta Maggiore é o fornecedor oficial; apoio New On. Para obter mais informações, visite www.livenation.lat.

SERVIÇO

SÃO PAULO

Data: 05 de abril de 2022 (terça-feira)

Abertura dos portões 17h

Horário Jão: 20h

Horário Maroon 5: 21h

Local: Allianz Parque 

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP

Ingressos: a partir de R$160,00 (ver tabela completa)

Classificação etária: Desacompanhado a partir de 15 anos. Menores entre 08 e 14 anos permitida a entrada desde que acompanhados de responsável legal. Menores de 08 anos não terão acesso ao evento.*

*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.

PREÇOS

PISTA PREMIUM R$375,00 meia entrada e R$750,00 inteira

CADEIRA INFERIOR – R$260,00 meia entrada e R$520 inteira

PISTA – R$210,00 meia entrada e R$ 420,00 inteira

CADEIRA SUPERIOR – R$160,00 meia entrada e R$ 320,00 inteira

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Allianz Parque

Rua Palestra Itália, 200 – Portão A, Perdizes

Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h

Não há funcionamento em feriados. | Atenção: Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.

VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

O único canal de vendas oficial é o

www.eventim.com.br.

Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.

FORMAS DE PAGAMENTO

Internet: Cartões de Crédito

Bilheteria oficial: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito. Cheques e Boletos não são aceitos.

MEIA-ENTRADA

Em vigência desde 01/12/2015 o decreto nº 8.537 de 5 de outubro de 2015 garante que 40% dos ingressos de um evento sejam destinados à meia entrada.

Confira no link www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada do seu Estado, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios solicitados na venda e no acesso ao evento. 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

O limite de compra é de até 06 ingressos por CPF.

PORTO ALEGRE

Data: 06 de abril de 2022 (quarta-feira)

Abertura dos portões: 18h

Horário Zaka: 20h

Horário Maroon 5: 21h30

Local: Centro de Eventos FIERGS – Área Externa

Endereço: Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre – RS

Ingressos: a partir de R$160,00 (ver tabela completa)

Classificação etária: Desacompanhado a partir de 15 anos. Menores entre 08 e 14 anos permitida a entrada desde que acompanhados de responsável legal. Menores de 08 anos não terão acesso ao evento.*

*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.

PREÇOS

PISTA PREMIUM R$390,00 meia entrada e R$780,00 inteira

PISTA – R$230,00 meia entrada e R$ 460,00 inteira

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Arena do Grêmio – Bilheteria do estádio: Portão 2

Av. Padre Leopoldo Brentano,110 – Bairro: Humaitá – Porto Alegre/RS – Cep. 90250-590

Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h

Não há funcionamento em feriados. | Atenção: Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.

VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

O único canal de vendas oficial é o

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Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.

FORMAS DE PAGAMENTO

Internet: Cartões de Crédito

Bilheteria oficial: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito. Cheques e Boletos não são aceitos.

MEIA-ENTRADA

Em vigência desde 01/12/2015 o decreto nº 8.537 de 5 de outubro de 2015 garante que 40% dos ingressos de um evento sejam destinados à meia entrada.

Confira no link www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada do seu Estado, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios solicitados na venda e no acesso ao evento. 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

O limite de compra é de até 06 ingressos por CPF.

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Cia. Deborah Colker traz “Cura” para Porto Alegre

Instituto Cultural Vale apresenta “Cura”, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. “Cura” também conta com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Com dramaturgia do rabino Nilton Bonder e trilha original de Carlinhos Brown, espetáculo fica em cartaz nos dias 18 e 20 de março no Teatro do Sesi

Deborah Colker dedicou seu tempo, nos últimos anos, a buscar uma cura. No caso, uma solução para a doença genética que seu neto tem, a epidermólise bolhosa. Dessa angústia pessoal nasceu o novo trabalho da Cia. Deborah Colker, um espetáculo que vai muito além do aspecto autobiográfico. “Cura” trata de ciência, fé, da luta para superar e aceitar nossos limites, do enfrentamento da discriminação e do preconceito. A dramaturgia é do rabino Nilton Bonder e a trilha original é de Carlinhos Brown.

O espetáculo estreou em 6 de outubro de 2021, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e passou por nove cidades, com um total de 48 apresentações, e um público total de 50.000. Já a turnê 2022 iniciou com temporada no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro entre 27 de fevereiro e 20 de março. Em Porto Alegre, o espetáculo “Cura” terá duas apresentações com estreia agendada para o dia 18 de março, às 21h30min, no Teatro do Sesi. Os ingressos estão disponíveis na Plataforma www.diskingressos.com.br ou na bilheteria do Teatro Sesi, somente nos dias dos espetáculos sexta-feira, 18 de março, e domingo, 20 de março, a partir das 14h. “Cura” tem duração de 1h15min sem intervalo e a classificação é livre. Durante o ano de 2022, todas as apresentações do espetáculo “Cura” contarão com audiodescrição para deficientes visuais.

A coreógrafa concebeu o projeto em 2017, mas foi no ano seguinte, com a morte de Stephen Hawking, que encontrou o conceito. Embora acometido por uma doença degenerativa, a ELA (Esclerose lateral amiotrófica), o cientista britânico viveu até os 76 anos e se tornou um dos nomes mais importantes da história da física. Deborah percebeu que há outras formas de cura além das que a medicina possibilita.

– Quando foi diagnosticado, os médicos deram a Hawking três anos de vida. Ele viveu mais 50, criativos e iluminados. Entendi o que é a cura do que não tem cura – conta.

A estreia aconteceria em Londres em 2020, mas a pandemia não permitiu. O adiamento deu ao espetáculo mais um ano de pesquisas, transformações e reflexões.

– A pandemia me fez ter certeza de que não era apenas da doença física que eu queria falar. A cura que eu quero não se dá com vacina – afirma.

Há dores mostradas no palco, mas há esperança no final. Ela diz que procurou preservar a alegria necessária à vida. Um ingrediente para isso foi a semana que passou em Moçambique durante a preparação, quando conheceu pessoas que não perdiam a vontade de viver, apesar das muitas dificuldades.

– Fui procurar a cura e encontrei a alegria.

Deborah incorporou ao espetáculo referências das três religiões monoteístas e elementos de culturas africanas, indígenas e orientais. Logo no início, conta-se a história de Obaluaê, orixá das doenças e das curas.

– A ponte entre fé e ciência me ajudou muito. Fui experimentar o invisível, a sabedoria do invisível – diz.

Numa cerimônia realizada quando da morte do seu pai, Deborah conheceu o rabino Nilton Bonder, autor de “A alma imoral” e muitos outros livros. Ao planejar “Cura”, decidiu convidá-lo para desenvolver a dramaturgia. Dentre tantas contribuições, ele ressaltou que “pedir é curar”, ideia que gerou uma cena. Também apontou que “a grande cura é a morte”, o que motivou uma coreografia com dois bailarinos dançando ao som de “You want it darker”, de Leonard Cohen.

– O espetáculo apresenta todos os recursos imunitários e humanitários em aliança pela cura. A ciência, a fé, a solidariedade e a ancestralidade são o coquetel de cura do que não tem cura. Concebido antes desta pandemia, o título não é um “conceito”, mas um grito! – afirma Bonder.

Carlinhos Brown foi convidado, inicialmente, para compor apenas o tema de Obaluê. Acabou criando praticamente toda a trilha, inclusive a canção inicial, dos versos “Traga meu sorriso para dentro” e “Sou mais forte do que a minha dor”.

– A música veio na minha cabeça logo depois da primeira conversa com Deborah. Eu pensei: “Isso é um chamado, não é uma trilha normal”. É um trabalho muito mais profundo do que “Carlinhos está fazendo uma trilha” – diz o músico.

Ele canta em português, ioruba e até em aramaico. Os 11 bailarinos também cantam, em hebraico e em línguas africanas. É algo que acontece pela primeira vez nos 27 anos de história da companhia.

Fundador da companhia ao lado de Deborah, o diretor executivo João Elias vê em “Cura” um passo ainda maior que o dado pela coreógrafa no trabalho anterior, “Cão sem plumas” (2017), baseado no poema de João Cabral de Melo Neto.

– Quando começou a coreografar, Deborah era mais abstrata, formal. Depois, passou a contar histórias, aprimorar dramaturgias. “Cão sem plumas” já era um espetáculo visceral, emocionante. “Cura” é ainda mais, mostra um grande amadurecimento – analisa ele.

Companheiro de Deborah em toda a trajetória, o cenógrafo e diretor de arte Gringo Cardia é outro que destaca a importância de “Cura” para a artista.

– Ela era toda ciência. Passou por um crescimento espiritual. Foi conversar com Deus neste espetáculo – afirma.

Sua assinatura está nas duas rampas que dão aos movimentos dos bailarinos a sensação de desequilíbrio. E está nas caixas que, entre várias funções, formam um muro.

– O muro passa a imagem de um grande obstáculo, mas ele se divide em vários pedaços. Então, é possível atravessá-lo. É como a gente faz nas nossas vidas – diz Gringo.

Nos figurinos de Claudia Kopke – que esteve em “Cão sem plumas” – as pernas podem ter estilos bem diferentes, traduzindo o desequilíbrio que é um dos nortes do espetáculo.

– Os bailarinos têm as cabeças cobertas, usam balaclavas, mas o final é dourado, de alegria – explica.

O iluminador Maneco Quinderé, que só havia trabalhado com a companhia em “Vulcão” (1994), também criou uma luz fragmentada, como sugerem as ideias de “Cura”. O final tem brilho, indicando renascimento.

– Cada segmento tem suas características, e eles formam um caleidoscópio – diz ele.

FICHA TECNICA

Criação, Coreografia e Direção DEBORAH COLKER

Direção Executiva JOÃO ELIAS

Música CARLINHOS BROWN

Direção de Arte e Cenografia GRINGO CARDIA

Dramaturgia NILTON BONDER

Figurino CLAUDIA KOPKE

Desenho de Luz MANECO QUINDERÉ

Assessoria de Imprensa FACTORIA COMUNICAÇÃO

Realização JE PRODUÇÕES LTDA.

Duração 1h15 MINUTOS (sem intervalo)

Classificação LIVRE

SERVIÇO

CURA – Cia. Deborah Colker

Data: 18/03 (sexta) 20/03 (domingo)

Horário: Sexta, às 21h30. Domingo, às 19h.

Local: Teatro do Sesi – FIERGS-RS

Endereço: Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre – RS, 91760-150

Capacidade: 1757 pessoas.

Informações: 51 3334-8636

Ingressos

Plateia Baixa: R$ 160,00 (inteira)

Plateia Alta: R$ 120,00 (inteira)

Mezanino: R$ 90,00 (inteira) e R$ 50,00 (inteira)

DESCONTOS:

Para estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e idosos

50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência (40% da lotação)

50% para idosos

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

DEMAIS DESCONTOS:

* 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.

* 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

* 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.

Para sócios do Clube do Assinante

* 50% para sócio do Clube do Assinante ZH para os PRIMEIROS 50 INGRESSOS. Após 20 % de desconto para todos os setores. Obrigatório a apresentação da carteira do Clube e documento de identidade.

INGRESSOS À VENDA

Vendas Online – Plataforma www.diskingressos.com.br

Link específico por dias:

– 18 de março, sexta-feira, às 21h30min – https://www.diskingressos.com.br/event/2505

– 20 de março, domingo, às 19h – https://www.diskingressos.com.br/event/2506

Na bilheteria do Teatro Sesi. Horário de funcionamento: somente no dia dos espetáculos sexta-feira e domingo, das 16h até o horário de início do espetáculo.

Forma de pagamento: dinheiro, Visa (débito), Mastercard (débito), PIX.

Duração: 1h15min – sem intervalo

Classificação: Livre

Instituto Cultural Vale apresenta “Cura”, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. “Cura” também conta com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Deborah Colker dedicou seu tempo, nos últimos anos, a buscar uma cura. No caso, uma solução para a doença genética que seu neto tem, a epidermólise bolhosa. Dessa angústia pessoal nasceu o novo trabalho da Cia. Deborah Colker, um espetáculo que vai muito além do aspecto autobiográfico. “Cura” trata de ciência, fé, da luta para superar e aceitar nossos limites, do enfrentamento da discriminação e do preconceito. A dramaturgia é do rabino Nilton Bonder e a trilha original é de Carlinhos Brown.

O espetáculo estreou em 6 de outubro de 2021, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e passou por nove cidades, com um total de 48 apresentações, e um público total de 50.000. Já a turnê 2022 iniciou com temporada no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro entre 27 de fevereiro e 20 de março. Em Porto Alegre, o espetáculo “Cura” terá duas apresentações com estreia agendada para o dia 18 de março, às 21h30min, no Teatro do Sesi. Os ingressos estão disponíveis na Plataforma www.diskingressos.com.br ou na bilheteria do Teatro Sesi, somente nos dias dos espetáculos sexta-feira, 18 de março, e domingo, 20 de março, a partir das 14h. “Cura” tem duração de 1h15min sem intervalo e a classificação é livre. Durante o ano de 2022, todas as apresentações do espetáculo “Cura” contarão com audiodescrição para deficientes visuais.

A coreógrafa concebeu o projeto em 2017, mas foi no ano seguinte, com a morte de Stephen Hawking, que encontrou o conceito. Embora acometido por uma doença degenerativa, a ELA (Esclerose lateral amiotrófica), o cientista britânico viveu até os 76 anos e se tornou um dos nomes mais importantes da história da física. Deborah percebeu que há outras formas de cura além das que a medicina possibilita.

– Quando foi diagnosticado, os médicos deram a Hawking três anos de vida. Ele viveu mais 50, criativos e iluminados. Entendi o que é a cura do que não tem cura – conta.

A estreia aconteceria em Londres em 2020, mas a pandemia não permitiu. O adiamento deu ao espetáculo mais um ano de pesquisas, transformações e reflexões.

– A pandemia me fez ter certeza de que não era apenas da doença física que eu queria falar. A cura que eu quero não se dá com vacina – afirma.

Há dores mostradas no palco, mas há esperança no final. Ela diz que procurou preservar a alegria necessária à vida. Um ingrediente para isso foi a semana que passou em Moçambique durante a preparação, quando conheceu pessoas que não perdiam a vontade de viver, apesar das muitas dificuldades.

– Fui procurar a cura e encontrei a alegria.

Deborah incorporou ao espetáculo referências das três religiões monoteístas e elementos de culturas africanas, indígenas e orientais. Logo no início, conta-se a história de Obaluaê, orixá das doenças e das curas.

– A ponte entre fé e ciência me ajudou muito. Fui experimentar o invisível, a sabedoria do invisível – diz.

Numa cerimônia realizada quando da morte do seu pai, Deborah conheceu o rabino Nilton Bonder, autor de “A alma imoral” e muitos outros livros. Ao planejar “Cura”, decidiu convidá-lo para desenvolver a dramaturgia. Dentre tantas contribuições, ele ressaltou que “pedir é curar”, ideia que gerou uma cena. Também apontou que “a grande cura é a morte”, o que motivou uma coreografia com dois bailarinos dançando ao som de “You want it darker”, de Leonard Cohen.

– O espetáculo apresenta todos os recursos imunitários e humanitários em aliança pela cura. A ciência, a fé, a solidariedade e a ancestralidade são o coquetel de cura do que não tem cura. Concebido antes desta pandemia, o título não é um “conceito”, mas um grito! – afirma Bonder.

Carlinhos Brown foi convidado, inicialmente, para compor apenas o tema de Obaluê. Acabou criando praticamente toda a trilha, inclusive a canção inicial, dos versos “Traga meu sorriso para dentro” e “Sou mais forte do que a minha dor”.

– A música veio na minha cabeça logo depois da primeira conversa com Deborah. Eu pensei: “Isso é um chamado, não é uma trilha normal”. É um trabalho muito mais profundo do que “Carlinhos está fazendo uma trilha” – diz o músico.

Ele canta em português, ioruba e até em aramaico. Os 11 bailarinos também cantam, em hebraico e em línguas africanas. É algo que acontece pela primeira vez nos 27 anos de história da companhia.

Fundador da companhia ao lado de Deborah, o diretor executivo João Elias vê em “Cura” um passo ainda maior que o dado pela coreógrafa no trabalho anterior, “Cão sem plumas” (2017), baseado no poema de João Cabral de Melo Neto.

– Quando começou a coreografar, Deborah era mais abstrata, formal. Depois, passou a contar histórias, aprimorar dramaturgias. “Cão sem plumas” já era um espetáculo visceral, emocionante. “Cura” é ainda mais, mostra um grande amadurecimento – analisa ele.

Companheiro de Deborah em toda a trajetória, o cenógrafo e diretor de arte Gringo Cardia é outro que destaca a importância de “Cura” para a artista.

– Ela era toda ciência. Passou por um crescimento espiritual. Foi conversar com Deus neste espetáculo – afirma.

Sua assinatura está nas duas rampas que dão aos movimentos dos bailarinos a sensação de desequilíbrio. E está nas caixas que, entre várias funções, formam um muro.

– O muro passa a imagem de um grande obstáculo, mas ele se divide em vários pedaços. Então, é possível atravessá-lo. É como a gente faz nas nossas vidas – diz Gringo.

Nos figurinos de Claudia Kopke – que esteve em “Cão sem plumas” – as pernas podem ter estilos bem diferentes, traduzindo o desequilíbrio que é um dos nortes do espetáculo.

– Os bailarinos têm as cabeças cobertas, usam balaclavas, mas o final é dourado, de alegria – explica.

O iluminador Maneco Quinderé, que só havia trabalhado com a companhia em “Vulcão” (1994), também criou uma luz fragmentada, como sugerem as ideias de “Cura”. O final tem brilho, indicando renascimento.

– Cada segmento tem suas características, e eles formam um caleidoscópio – diz ele.

FICHA TECNICA

Criação, Coreografia e Direção DEBORAH COLKER

Direção Executiva JOÃO ELIAS

Música CARLINHOS BROWN

Direção de Arte e Cenografia GRINGO CARDIA

Dramaturgia NILTON BONDER

Figurino CLAUDIA KOPKE

Desenho de Luz MANECO QUINDERÉ

Assessoria de Imprensa FACTORIA COMUNICAÇÃO

Realização JE PRODUÇÕES LTDA.

Duração 1h15 MINUTOS (sem intervalo)

Classificação LIVRE

SERVIÇO

CURA – Cia. Deborah Colker

Data: 18/03 (sexta) 20/03 (domingo)

Horário: Sexta, às 21h30. Domingo, às 19h.

Local: Teatro do Sesi – FIERGS-RS

Endereço: Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre – RS, 91760-150

Capacidade: 1757 pessoas.

Informações: 51 3334-8636

Ingressos

Plateia Baixa: R$ 160,00 (inteira)

Plateia Alta: R$ 120,00 (inteira)

Mezanino: R$ 90,00 (inteira) e R$ 50,00 (inteira)

DESCONTOS:

Para estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e idosos

50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência (40% da lotação)

50% para idosos

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

DEMAIS DESCONTOS:

* 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.

* 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

* 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.

Para sócios do Clube do Assinante

* 50% para sócio do Clube do Assinante ZH para os PRIMEIROS 50 INGRESSOS. Após 20 % de desconto para todos os setores. Obrigatório a apresentação da carteira do Clube e documento de identidade.

INGRESSOS À VENDA

Vendas Online – Plataforma www.diskingressos.com.br

Link específico por dias:

– 18 de março, sexta-feira, às 21h30min – https://www.diskingressos.com.br/event/2505

– 20 de março, domingo, às 19h – https://www.diskingressos.com.br/event/2506

Na bilheteria do Teatro Sesi. Horário de funcionamento: somente no dia dos espetáculos sexta-feira e domingo, das 16h até o horário de início do espetáculo.

Forma de pagamento: dinheiro, Visa (débito), Mastercard (débito), PIX.

Duração: 1h15min – sem intervalo

Classificação: Livre

Maria Ribeiro traz espetáculo “Pós-F” a Porto Alegre

O Espetáculo foi adaptado do livro “Pós-F, para além do masculino e do feminino”, de Fernanda Young, vencedora (póstuma) do Prêmio Jabuti.

Sua primeira obra de não ficção, Young trás para o debate o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens às quais deu voz, sempre independentes e a quem a inadequação é um sentimento intrínseco. Esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar o feminino e o masculino em todas as suas potencialidades.

Nos palco, Maria Ribeiro dá voz a Fernanda Young sob a direção criteriosa de Mika Lins. Com iluminação de Caetano Vilela o espetáculo possui uma linguagem poética e contemporânea, ao mesmo que seduz pela estética e envolve o público pela divertida e instigadora temática.

A estreia on-line aconteceu em 12 de setembro de 2020, marcando a retomada das atividades culturais do Teatro Porto Seguro e foi um sucesso de público e critica. Em apenas 8 apresentações o espetáculo contou com mais de 8000 espectadores.

E agora em sua versão presencial, ganha novos formatos e linguagens que faz desse um espetáculo tão provocativo ao mesmo tempo onde se ri do outro e de si mesmo.

A montagem chega a Porto Alegre para apresentações de 11 a 13 de março, sexta e sábado, às 20h, domingo, às 18h, no Teatro Santa Casa.

Para a diretora Mika Lins, este espetáculo não ficcional procura ao máximo levar ao palco as experiências pessoais da autora. “Buscamos transformar o que é expresso na teoria em ação, na experiência pessoal dela. É quase como se a Fernanda estivesse em cena exposta como pessoa e contasse suas memórias e vivências. Para além das ideias avançadas propostas no livro pela Fernanda, a peça é muito baseada na visão pessoal que eu e a Maria Ribeiro tivemos depois que ela passou pelas nossas vidas. E eliminamos qualquer didatismo, pois é um espetáculo sobre uma artista, sobre uma criadora, sobre uma ficcionista”, explica.

Maria Ribeiro, corroborando com o pensamento da diretora, diz que “assim como Leila Diniz, Fernanda era daquelas mulheres que, apenas cumprindo sua psique, nos libertava de tudo o que não era natural, e sim, convenção”

Vivências da Fernanda

No livro, a partir de experiências pessoais, a Fernanda Young se revela como uma das tantas personagens femininas criadas por ela, sempre livre para fazer o que quiser, amar quem quiser e viver à sua maneira, porém cercada por um sentimento intrínseco de inadequação. Esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar tanto o feminino como o masculino em todas as suas potencialidades.

É esse modo de ser que motivou Young a propor a ideia de um pós-feminismo e pós-Fernanda, um relato sincero sobre uma vida livre de estigmas, calcada na sobrevivência definitiva do amor, no respeito inquestionável ao outro e na sustentação do próprio desejo. E esse olhar profundo para o outro possibilitaria acabar com quaisquer formas de rótulos e papeis impostos tanto para a mulher como para o homem, que também sofre com as enormes pressões da sociedade patriarcal e precisa ser um aliado na luta contra o machismo. Assim, Fernanda oferece sua visão de mundo na tentativa de superar polarizações e construir algo maior, em que caibam todos os gêneros.

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SERVIÇO

Pós-F – PORTO ALEGRE

De 11 a 13 de março de 2022

Teatro Santa Casa (284 lugares)

Av. Independencia, 75, Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/71764/d/128583/s/800740

SEXTA E SÁBADO, ÀS 20h, E DOMINGO, ÀS 18h.

Ingressos: R$ 80,00

Duração: 50 minutos

Recomendação: 14 anos

OBRIGATÓRIO USO DE MÁSCARAS NA PLATEIA

E NAS DEPENCÊNCIAS DO TEATRO

Ficha técnica – Pós F

Texto: Fernanda Young

Com: Maria Ribeiro

Direção e cenografia: Mika Lins

Adaptação: Caetano Vilela, Maria Ribeiro e Mika Lins

Iluminação: Caetano Vilela

Figurino: David Pollack

Trilha Sonora: Estela May, Maria Ribeiro, Mika Lins e Caetano Vilela

Ilustração: Fernanda Young, Estela May e Mika Lins

Cenotecnia e Direção de Palco: Alejandro Huerta

Fotos: Bob Wolfenson

Coordenação de Comunicação: Vanessa Cardoso

Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação

Designer: Luciano Angelotti

Assistência, programação e operação de luz: Nicolas Caratori

Coordenação técnica: Helio Schiavon Jr

Operação de Luz: Marcel Rodrigues

Operação de Som: Hayeska Somerlatte

Captação de imagens e edição: Paula Mercedes

Visagismo: Marcos Padilha

Assistente de Produção: Rafaella Blat

Produção executiva: Camila Scheffer

Produção: Dani Angelotti

Realização: Cubo Produções

Patrocínio: Porto Seguro

Sobre Fernanda Young

Embora não tenha concluído os cursos de letras, jornalismo e rádio e tv, Fernanda Young teve uma marcante carreira como atriz, escritora, apresentadora e roteirista. Entre alguns de seus livros estão, Posso Pedir Perdão, Só Não Posso Deixar De Pecar, Estragos, A Mão Esquerda de Vênus, A Louca Debaixo do Branco, O Pau, Tudo Que Você Não Soube, Vergonha dos Pés, Dores do Amor Romântico.

Na televisão, foi roteirista de vários seriados e programas de sucesso, como Os Normais (2001-2003), A Comédia da Vida Privada (1995), Os Aspones (2004), Surtadas na Yoga (2013-2014), Vade Retro (2017), Como Aproveitar o Fim do Mundo (2012), Minha Vida Nada Mole (2006-2007) e Shippados (2019).

Além disso, apresentou os programas Saia Justa (2002-2004), Irritando Fernanda Young (2006-2010), Confissões do Apocalipse (2012) e Odeio Segundas (2015). E, no cinema, participou dos roteiros dos filmes Os Normais (2003) e Os Normais 2 (2009) e Muito Gelo e Dois Dedos D’Água (2006).

Fernanda faleceu no dia 25 de agosto de 2019, aos 49 anos, devido a uma parada respiratória provocada por uma crise de asma. Ela deixou o marido Alexandre Machado e quatro filhos, Cecília Maddona, Estela May, Catarina Lakshimi e John Gopala.

Sobre Maria Ribeiro

Maria Ribeiro é atriz, escritora e diretora de cinema. Cursou jornalismo na PUC, mas já conciliava a faculdade com a carreira de atriz. No Teatro participou das peças “Confissões de adolescente”, “O inimigo do povo”, “Feliz ano velho” e “Separações”. No cinema contabiliza inúmeros filmes com destaque para “Como nossos pais (2017) de Lais Bodansky, pelo qual conquistou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado, além de filmes como “Entre nós”, Histórias de amor duram apenas 90 minutos”, “Tropa de Elite”, entre outros.

Integrou a banca do programa de debates da GNT “Saia Justa” e várias participações em novelas como “Império” e estreia esse ano a série “Desalma” na Rede Globo.

Atualmente tem um programa de variedades na plataforma Hysteria, escreve uma coluna no jornal O Globo e viaja em turnê com o projeto Você é o que lê, com Xico Sá e Gregório Duvivier.

Sobre Mika Lins

Mika Lins tem uma longa e profícua carreira como atriz e desde 2009 tem se dedicado exclusivamente a direção teatral. Entre suas direções estão: “Dueto para Um”, de Tom Kempinski, vencedor do prêmio APCA de melhor atriz para Bel Kowarick, “Festa no Covil” de Juan Pablo Villalobos, “A Tartaruga de Darwin” de Juan Mayorga, “Tutankáton” de Otavio Frias Filho.

Na televisão dirigiu “Terradois” para a Tv Cultura, com apresentação de Jorge Forbes e Maria Fernanda Candido.

É diretora da Cia Instável.

Rabusch lança coleção inspirada em Arte e vida urbana

A arte pode ser vista em todos os lugares. Para a Rabusch, a cidade em movimento, do asfalto aos arranha-céus, também traz elementos artísticos que se fundem e que podem cativar aqueles que estão mais atentos.. É com esse ponto de vista que a marca feminina lança a nova coleção de Inverno 2022, intitulada “Artsy”. Trazendo esse conceito para a campanha, as imagens da nova coleção foram clicadas em locais que são referência do cenário urbano de Porto Alegre, como o novo Skate Park da Orla do Guaíba, a Casa de Cultura Mário Quintana e o Centro Histórico. 

 

Carregando detalhes das grandes metrópoles, as estampas foram criadas como um reflexo daquilo que, muitas vezes, passa despercebido pelos olhos, mas, que para os amantes da arte, da arquitetura e da expressão são contempladas e valorizadas. Fugindo de um padrão simétrico perfeito, as formas abstratas e geométricas representam um paisagismo moderno. Na cartela de cores estão tons naturais e terrosos (off-white, bege, caramelo e laranja), cinzas (que remetem ao concreto das grandes metrópoles), verde militar, além do P&B (coringa em qualquer produção). Também estão presentes nuances coloridas de rosa e  de azuis (carregando a ideia do reflexo de prédios espelhados).

Pensada para mulheres contemporâneas, independentes e conectadas ao conceito urbano, a linha traz peças para serem usadas tanto no trabalho como em ocasiões especiais, além de modelos básicos e confortáveis para passeios no final de semana. As mangas bufantes seguem em alta e aparecem tanto nas blusas como nos vestidos. Clássico atemporal, o wrap dress ressurge em modelos e cores variadas para o inverno. Já o top cropped chegou para ficar e aparece em diferentes modelagens para a estação mais fria.

Mantendo o destaque para a elegância e os cortes refinados, a coleção também traz peças de alfaiataria como blazers, calças e bermudas para diversos estilos, inclusive para quem curte produções mais modernas. As cores e tecidos são versáteis e acompanham as tendências atuais. Além disso, o jeans marca presença em macacões, jaquetas e calças, com destaque para o modelo pantalona. 

A nova coleção já está disponível nas lojas e no site https://www.rabusch.com.br/